quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mafia, Futebol, Eleições, Brasilidade


Uma historinha pode ser muito marcante, lembra dos filmes sobre a mafia, então, parece que o Brasil está voltando a essa época. Quando muito antigamente, os jogadores de futebol ganhavam apenas o suficiente para ter uma vida tranquila, não se metiam em tantos problemas, e viviam de certa forma com dignidade. O que vemos agora, é a mais perfeita demonstração do que o excesso de dinheiro, nas mãos de pessoas não preparadas, pode fazer. 


O sentimento de super homens, acima da lei, impera entre esses jogadores, mas não de todos. Alguns criaram em suas cabeças a imagem de que são mafiosos, quando não envolvidos com traficantes, praticam a técnica marginal de “passar” alguém. Ainda não há nenhuma prova conclusiva, apenas o desaparecimento de uma pessoa, e depoimentos perdidos, situação idêntica aos filmes da mafia. 


Voltando ao assunto, a exagerada remuneração, a essas pessoas despreparadas, leva ao crescimento de possíveis marginais, veja bem, não são todos. Isso não se resume ao Brasil, nem ao futebol, basta lembrar do caso O.J. Simpson. Ele foi acusado de praticar uma violência contra uma mulher, mas no fim, mesmo com todos os indícios contra ele, se livrou da pena máxima. Voltando ao Brasil, quem levará fé em um país no qual estão espalhados pseudo mafiosos, até alguns de nossos candidatos políticos, liberados por liminares a se lançarem na corrida eleitoral. Realmente essa é uma questão que assombra os brasileiros que, preocupados com o país, contando com a eliminação da copa, se preparam para o período de eleições.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Complicações divertidas

É engraçado o que acontece na vida de algumas pessoas. Quando se é homem, e tudo que se espera de você é que homem seja, o protagonista da história acaba por se envolver em tramas que podem ser perigosas. O perigo a qual me refiro, é o de ser o outro, sim, aquele que torna-se um joguete, um reserva, daqueles que só entram aos 40 do segundo tempo pra marcar o gol da vitória. 


O homem por mais que não goste desses "jogos perigosos", uma vez ou outra acaba se tornando personagem das histórias "Manoel Carlísticas", criada pela mente doentia ou confusa de certas mulheres. Imagine só, o rapaz recebe um convite, de uma garota, para tomar um chopp, muito comum e normal, há quem curta essas experiências, caóticas. Convite aceito, ele sai de um dia muito tenso de trabalho, morto, cansado, querendo relaxar, porém acaba se rendendo ao feitiço, cruel, da mente feminina. Ao chegar no local determinado, para o encontro de almas, ele se assusta, fica chocado, o oficial está presente. 


Um turbilhão de pensamentos passa por sua cabeça, preocupada, as vezes até, perturbada. Será que é uma emboscada, pensa nosso protagonista, que passa pela mesma situação que tantos outros silvas, brasileiros e sofredores. Em um momento oportuno ele faz a pergunta para a felina, por que ele está aqui? Ela sem nenhuma marca de preocupação em sua cara proveniente das mais nobres árvores, responde: "Não tive como evitar!". E como não? Como o mais belo e cordial político, nosso herói segue uma conversa, com seu adversário, sem transparecer o combate oculto. Imagine se o nosso silva, não fosse frio, a ponto de manter suas expressões faciais, subliminares, onde essa história iria parar. Fatalmente o oficial iria parar no hospital, já que seu corpo inteiro não tem metade da resistência, do nosso silva, o herói brasileiro. Esse conto serve para alertar, você, que se mete nas mais profundas encrencas, mediante o feitiço demoníaco das mulheres. Elas são ótimas, maravilhosas, encantadoras, por isso, capazes de construir uma vida com você ou destruí-la. Vá com calma, pense bem antes de se deixar envolver mas não deixe de conhece-las sempre mais e mais. Esses joguinhos românticos, são sempre positivos e divertidos, e claro, o que não te mata, te fortalece!

domingo, 30 de maio de 2010

Sentimentos X Razão

Quando nos deparamos com sentimentos bons, a muito já esquecidos, nos sentimos completos, realizados. A idéia de felicidade é algo muito vago, prefiro crer na existência de momentos felizes. Quando estou com meus amigos queridos, com meus familiares mais próximos, recupero as energias necessárias para a nova batalha que se aproxima.


Essa é uma análise introdutória, para o que de fato eu gostaria de escrever aqui. Não sei se serei capaz, de passar para as palavras, tudo o que realmente eu acredito, penso e sinto. Desde já peço desculpas, pelas minhas opiniões, e sentimentos exagerados.


Há uns anos, após um problema sério no campo sentimental, pra ser mais exato há 4 anos, decidi como uma forma de proteção, optar pelo isolamento das sensações correspondentes ao coração. Sinto que foi uma de minhas decisões mais sábias, pelo menos até a atual situação que se encontra a minha vida. Meus amigos não tem mais tempo pra mim, estão namorando, graças a Deus, estão evoluindo no que diz respeito a vida pessoal. Passei a sentir falta das pessoas para conversar, resolvi então me reabrir pro mundo emocional, deixando de lado a vida profana, que eu levava. 


Erro meu, voltaram a acontecer as mesmas coisas do passado, barreiras intransponíveis entre a minha pessoa e a felicidade. Novamente tento me fechar pro mundo, só que desta vez, sinto que não sou forte o suficiente para construir uma nova armadura.
Nesse conjunto de sentimentos fortes, eis que se mostram outros que eu não desejava de verdade voltar a sentir, o maus sentimentos. Raiva, fúria, cólera, ódio, violência desnecessária, tudo aquilo que sufoca as qualidades de uma pessoa, quando as trevas passam a valer mais do que 50% dentro de você. Voltei infelizmente a ter contato com essa parte negra de minha alma, pelo único sentimento que me faz perder o controle, a frustração. Tudo na vida vai indo bem evoluindo, incrível como apenas uma característica da vida pode ser suficiente para desequilibrar todo o resto.


Nessa nova situação fui obrigado a escolher, entre meu coração e a minha mente. Escolhi a mente, dei prioridade a minha carreira, que apesar de estar no começo é a única coisa concreta que eu tenho na vida. Com a capacidade analítica que me foi dada por Deus, uma mistura de dom com maldição, eu penso demais. Sou rico em sentimentos, mas a minha razão não permite que eu fique com eles, se tornaram apenas uma forma de sofrimento. Já deixei tanta coisa que amo para trás, por conta dessa maldita razão.


O que resta é esperar, acreditar que o futuro será melhor do que o presente. E como sempre me lembro, não há mal que sempre dure e nem bem que nunca acabe, a esperança sempre será renovada. O momento é crítico, duro, mas como bom guerreiro, não desistirei, luto até o fim e morro de pé!

We play a game of touch and go
Your door is open but your heart is closed
I heal your hurts and pay the price
You walk away and you don't think twice
Maybe I'm just a fool
Who always answers when you call
Baby, who else will shelter you
When the rain begins to fall
Someday you'll come running to me
When you know it's a prison, being free
Someday you'll stop chasing your dreams
Someday you'll come running
You'll come running to me
Too much of you I live without
Our bodies speak but not our mouths
I can see his shadow in your eyes
But I don't ask where you've been tonight
I pick up the pieces
Every time you fall apart
Baby, but I keep tripping
On the pieces of my heart
Someday you'll come running to me
When you know it's a prison, being free
Someday you'll stop chasing your dreams
Someday you'll come running
You'll come running to me
When the wind blows colder
No one to care, no one to hold you
Love's not a road of no returning
Just look around
The fire's still burning
Someday you'll come running to me
When you know it's a prison, being free
Someday you'll stop chasing your dreams
Someday you'll come running
You'll come running to me
Apenas para mostrar como eu me sinto nesse momento...

terça-feira, 25 de maio de 2010

O poder da internet e suas ferramentas

Como uma ferramenta tão simples, "tão²" resumida, pode se tornar "tão³" necessária em nossas vidas? Afinal de contas, se expressar com apenas 140 chars, não é pra qualquer um não! Tenho um palpite, quando escrevemos no twitter, tudo é jogado ao vento, e quem quiser pode seguir aquela "twittada". 


 As pessoas de um modo geral, sempre foram conhecidas pela sua vontade em saber da vida alheia, mas isso não reduz a importância nem o alcance que essa ferramenta pode ter. Veja o conturbado presidente da Venezuela Hugo Chavez, ele encontrou no twitter, uma forma de lançar seus ideais ao vento, atingindo quem quiser ser atingido. O presidente venezuelano até criou um fundo monetário especial em seu governo, visando atender à possíveis reclamações da população. Outro ícone que se rendeu ao twitter foi a maior autoridade da religião budista, o Dalai Lama, quebrando barreiras, agora o mestre espiritual pode passar mensagens sábias ao povo budista, na China.


Não podemos esquecer outro ponto, o twitter, vem sendo o maior revelador de talentos humorísticos, cômicos, irônicos, do mundo. Quem nunca escreveu uma piadinha no twitter, não postou uma mensagem sarcástica, ou fez um comentário irônico?
O melhor disso foi descobrir em minhas viagens na internet, um site especializado em buscar as melhores twittadas da rede, o site é o WWW.omelhordotwitter.com.br . Vou colocar agora algumas “twittadas” por mim selecionadas:


“A reformulação gráfica da Folha de S. Paulo tornou muito mais dinâmico e interativo o meu processo diário de não ler jornal”
@pedroleite82


uma das marcas do burro é tratar o banal com solenidade
@Alelex88


Ivete Sangalo vai abrir o Rock in Rio Lisboa. Portanto, não precisa mais ser no RJ, não precisa ser rock e nem ser música
@VLSaT


O GLOBO: “Adolescente tenta entrar com sanduíche de maconha em delegacia”. Haha, é o Mac Onha.
@silviolach


inverno astral é quando está chovendo na sua horta
@georgemacedo


“Lost” é igual mulher. Se você tentar entender muito, perde a graça.
@ulissesmattos


Amanha é dia de McFrança! Esse eu nao engulo desde 98!!!
@DarkRonaldo


“O Brasil não tem tecnologia para fazer enriquecimento de urânio, só de político.
@jose_simao


“Hugo Chavez twittando de um Blackberry é o cúmulo do socialismo.
@tomas_hugo

O como lidamos com essa ferramenta, é um problema de total responsabilidade individual, cada um responde pelo que escreve. Sensacional é perceber, que temos muitas cabeças pensantes, pois pra ser irônico, o Q.I da pessoa no mínimo tem q ser 90!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dor

Quando tudo parece acabado, perdido, descobrimos dentro de nós uma força, que nunca nos seria viável, em situações normais. Depois de tanto tempo utilizarei, hoje, meu blog, para postar uma poesia, que resume o que sinto.


Despedida à...

Álvares de Azevedo


Se entrares, ó meu anjo, alguma vez
Na solidão onde eu sonhava em ti,
Ah! vota uma saudade aos belos dias
Que a teus joelhos pálido vivi!

Adeus minh'alma, adeus! eu vou chorando...
Sinto o peito doer na despedida...
Sem ti o mundo é um deserto escuro
E tu és minha vida...

Só por teus olhos eu viver podia
E por teu coração amar e crer,
Em teus braços minha alma unir à tua
E em teu seio morrer!

Mas se o fado me afasta da ventura,
Levo no coração a tua imagem...
De noite mandarei-te os meus suspiros
No murmúrio da aragem!

Quando a noite vier saudosa e pura,
Contempla a estrela do pastor nos céus,
Quando a ela eu volver o olhar em prantos
Verei os olhos teus!

Mas antes de partir, antes que a vida
Se afogue numa lágrima de dor,
Consente que em teus lábios num só beijo
Eu suspire de amor!

Sonhei muito! sonhei noites ardentes
Tua boca beijar eu o primeiro!
A ventura negou-me...até mesmo
O beijo derradeiro!

Só contigo eu podia ser ditoso,
Em teus olhos sentir os lábios meus!
Eu morro de ciúme e de saudade;
Adeus, meu anjo, adeus!



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Jornalismo de Interior

Eu dei mais uma de minhas "saídas" perdidas pelo interior, do Rio de Janeiro. O Destino desta vez foi Saquarema, cidade que já conheço de longa data, onde inclusive tive um de meus carnavais mais loucos. Voltando para o assunto do post, Jornalismo de Interior, a dúvida logo aparece, o que será o Jornalismo de Interior? Se essa definição existir, "cagada", pois eu criei esse nome para exemplificar um jornalismo mais solto, sem as cobranças e normas tão chatas quanto na capital.

Como muitos devem saber, eu tenho uma atração natural por jornalismo policial, o que me leva a buscar sempre novidades nesse ramo! O jornal que eu encontrei essas peculiaridades se chama "O Saquá", tendo até o site www.osaqua.com.br , onde depois, todos poderão confirmar o que eu digo.

O Saquá tem uma editoria, ou parte, chamada "Plantão de Polícia", escrita pelo jornalista AG Marinho. Imagine só o que deve ser descrito nos textos do "Plantão de Polícia", desgraça? sim, claro! Páginas policiais só tem morte ou situações "trevas". O que torna os textos atrativos não são os fatos, mas sim, como eles são descritos. Já que não temos como fugir das desgraças, nada melhor que bom humor, transformando a história em uma piada de humor sórdido.

De verdade não sei se todas as situações, ou se de fato alguma, são verdadeiras, pois são muito cinematográficas. O Jornalista AG Marinho, cria narrativas para situações simples, transformando-as em espetáculo. Sendo o mais cauteloso possível, digo que, no mínimo, Marinho tem talento para escrever Romances.

Vou colocar na íntegra um dos textos de Marinho da edição de dezembro do "O Saquá".


Escrito por: AG Marinho (Jornal "O Saquá"), edição de Dezembro de 2009

Manoela ou Manolo

Manoela, 24 anos, esposa de Cândido, o Candinho, de 32, residentes em Vilatur, arranjou uma namorada e esbravejou na varanda da birosca que o macho da casa era ela. Candinho, todo afagoso e lenganhento, disse que isso ia passar e que eles voltariam a ser como antigamente, mas Manoela que já tinha tomado um litrão de chá de cipó cabeludo, estava criando barba e queria ser chamada de Manolo, expulsou o marido de casa e levou duas garotas pra morar no cafofo.
Meio macumbeiro, Candinho arriou um despacho de bode preto, sem cabeça, no portão da residência e conjurou Satã no fandango da vingança. A rua estava cheia quando Manoela, ou melhor, Manolo e as namoradas, desterraram Cândido na porrada. Durante o desbabacamento voou, pra todo o lado, vela roxa de sete dias, farofa, um samburá de jamelão do cemitério, pedaços da coleção de LPs de Jackson do Pandeiro e Almira, e o que restou da estátua de gesso do capeta que, durante o barraco, virou pau de cacete. Até o Exu da mãe de Candinho entrou na porrada.
O que até hoje ninguém sabe foi de onde saiu à bala que atravessou o umbigo de Manoela e saiu na bunda. A vítima já chegou morta no Posto de Emergência e a perícia garantiu que foram 2 tiros de calibre 45.

Tenho certeza que alguém, ou todos vocês, gargalharam, por isso colocarei mais 1 dele!


O corno do apagão
Erivelton, 25 anos, caseiro jardineiro macho, trabalhava de sunga e sem camisa mostrando o tanquinho sarado e cheio de curvas. Rogéria, a patroa, de 39 anos, doidinha pra futucar a jardineira, aproveitou o apagão mostrou e pediu ao caseiro pra dar uma roçada no gramadinho, mas foi flagrada exatamente no momento em que Erivelton se preparava para engatar o cabo do roçador na tomada. Com uma lanterna gigante na mão, Felipe, 40 anos, residente em Jaconé, marido traído inconformado, iluminou a sacanagem e saiu lanternando os dois na porrada. "Veltinho" chegou no posto de emergência com o saco da hérnia todo esbagaçadoe um profundo corte no lado esquerdo da bunda, adquirido quando voou, no escuro, por sobre uma cerca de arame farpado. Rogéria, toda roxa, lanhada e arregaçada, deu entrada no hospital com a orelha direita decepada e pendurada no brinco. Felipe, preso por dupla agressão, vai responder o processo em liberdade.

Juro que achei essas histórias muito engraçadas, deve ser a convivência com o "estilo" de vida do carioca, que já está acostumado com essas situações e até passa a achar graça.






quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Sanduíche Hondurenho com recheio Brasileiro


Apesar da crescente manifestação popular em Honduras, o governo brasileiro ainda não aceitou negociar com o governo do país sobre a entrega do presidente deposto Manuel Zelaya. Alegando não reconhecer a legitimidade da gestão do presidente interino Roberto Michelleti, o Brasil pediu a intervenção da Organização dos Estados Americanos (OEA) para mediar uma resolução pacífica. Michelleti já ameaçou publicamente que irá invadir a embaixada brasileira para prender Zelaya e que, não havendo acordo, eliminará relações diplomáticas com o Brasil.


Os conflitos em Honduras começaram durante a campanha para as eleições presidenciais, quando o então presidente deposto Manuel Zelaya tentou instaurar um plebiscito para prolongar seu mandato. Para fazê-lo, Zelaya propôs uma modificação na constituição do país, ato considerado ilegal no país. Para evitar uma manobra ditatorial, Michelleti fez uso das forças armadas e declarou a prisão do político, seu companheiro de partido.

Embora o papel do Brasil na crise política hondurenha seja delimitado por uma forte crítica ao governo golpista, crescem as desconfianças por parte da população local. A contestação popular começou quando, aparentemente sem o conhecimento do presidente do Luiz Inácio “Lula” da Silva, Manuel Zelaya voltou do exílio de forma clandestina, refugiando-se na embaixada brasileira em Tegucigalpa onde permanece até o momento.