terça-feira, 24 de julho de 2012

O Dom



O dom é algo que todos gostariam de ter, independente de qual área essa característica venha a atuar. Ele pode ser de diversos tipos, da oratória, escrita, música, que são os mais comuns. Ter o dom é tão amplo que seria uma irresponsabilidade limitar essa palavra para designar apenas os dois exemplos descritos acima, ela é muito mais, de situações que menos se imagina.
Existem muitas pessoas que tem o incrível dom de fazer os outros sorrirem, seja por um gesto, uma ajuda significativa para resolver algum problema, dar o conforto nas horas difíceis e acredite, contagiam os outros apenas soltando seu sincero e belo sorriso. Essa última forma é a mais graciosa de todas, como raios de sol que atingem plantas para que essas por sua vez possam continuar com sua alimentação de vida, a fotossíntese. O sorriso desses seres se torna alimento vital para os outros que estão a sua volta, como se na ausência deste, não pudessem seguir o curso normal de suas vidas. Este fato se dá principalmente com o envolvimento do sentimento amor, seja por um amigo querido, uma grande paixão, até o seu amor romântico, formado pelos casais.
            O dom de acalmar e dar abrigo ao outro que está sofrendo também é muito importante, afinal de contas todos nós temos problemas e passamos por momentos difíceis. Esse abrigo vem para anular a angústia, o desespero, a depressão, normalmente é praticado pelos amigos mais próximos e pelos amores românticos sinceros e verdadeiros. Todos têm seus dias ruins, mas as pessoas realmente felizes têm como abrigo um ombro amigo, aconchegante, que lhes permite apenas chorar, soltar tudo aquilo que se está sentindo, em segurança.
            O dom da esperança é muito raro, vêm daquelas pessoas que mesmo nas situações mais adversas encontram pontos positivos e experiência para prosseguir na vida. Inúmeras pessoas são dotadas com essa característica, e a maior parte delas não sabe disso. Esse dom pode ficar momentaneamente ofuscado caso a pessoa que o tem esteja passando por um momento difícil, sucessões de atos falhos. O dom é reativado com um acontecimento que desperte no indivíduo uma incrível sensação de felicidade e bem estar, ou com a ajuda de outro elemento que também tenha esse dom ajudando o deprimido, que tem sua visão coberta pela sombra de um desgosto muito grande, a voltar a ver a vida com mais clareza e esperança.
            Entre essas habilidades extraordinárias existem muitas outras que eu posso citar como, se projetar no outro, superar sentimentos de vingança, limpar sua mente para atos ruins, dentre muitas outras. Acho muito importante e bonito quem tem o dom da música, escrita, oratória, mas acredito que seja primário não esquecer essas outras características que no fundo são muito mais importantes, pois fazem conviver bem com outras pessoas e nos transformam em seres melhores. Se prestarmos muita atenção em nós mesmos, olhando pro nosso interior, chegaremos à conclusão de que somos dotados de algumas dessas habilidades, ou de todas, apenas não entramos em contato antes, isso faz parte do crescimento, da evolução, do viver.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Nem com todo esforço do mundo

Não sei ao certo o que pensar, esperar, e sinceramente não acredito que eu possa me reencontrar nessa confusão. Levanto todos os dias, aceito o que é proposto, e mesmo não concordando tento seguir. É importante tomar decisões concretas, pensar no futuro, ou simplesmente fugir. Todas as coisas que decidimos fazer são importantes, não importa o gosto doce, amargo ou azedo, todos habitam a boca da vida. Queria poder dizer que não dou a mínima, infelizmente não sei mentir, por trás de todo “não me importo” existe sentimento.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Tico e Teco conversam sobre política!


Tico e Teco são 2 neurônios irmãos que gostam de trocar idéias, eles acreditam que o resto da família neurônio é constituída por um bando de burros que carregam informações nas quais não entendem, de um lado para outro.

Tico: Quem você acha que vai ganhar as eleições?

Teco: Num sei, na verdade não ligo, se a mudança de governo não me prejudicar, acho que fico com o que já está ai.

Tico: Nossa, mas você não acha que isso é uma falta de zelo com o resto das pessoas, afinal você não está sozinho no país.

Teco: Não estou mas acho que gostaria, aliás, ficaria com algumas pessoas.

Tico: E as outras?

Teco: Que morram, quantidade não é qualidade, ta cheio de peso morto por ai.

Tico: E se alguém pensasse que você é o peso morto?

Teco: Bom, ai ele terá que me fazer sumir.

Tico: Você não acha que isso pode criar uma guerra?

Teco: A guerra é solução final para uma questão política.

Tico: Se você realmente acredita nisso, por que perde tempo pensando em política?

Teco: Não nasci pensando assim, o exemplo vem dos próprios políticos que vivem atacando um ao outro durante a campanha.

Tico: Vamos mudar de assunto?

Teco: Mudar por quê? Você que levou a conversa pra esse lado

Tico: Ah, quer saber, toma bolinha de papel no kengo!

Teco: Demorou, segura o saco de mijo ai!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Perdido nas lembranças


Lembro como se fosse hoje, tocar seus cabelos ao acordar, tocar o seio macio de sua face, lembro como se fosse hoje, a única felicidade que tive na vida. Na correria diária, nuvens tóxicas do elemento carbono, cabeça na janela, cabelos ao vento, nessa hora lembro de você. O erro, o grito no trabalho, a sensação de impotência, o sentimento de perseguição, nesses momentos lembro de você.

Quando não me sinto forte o suficiente, me pego criando imagens de cenas dramáticas perdidas no tempo e na cor das minhas lembranças, o sofrimento tranquiliza, por uma fração ínfima de tempo. Na realidade sou fraco, dependente químico de sua presença, sedento por seu amor, mortal por sua vontade. E ao longo do dia ou da noite, sou capaz de raciocinar toda essa irracionalidade nebulosa que transpassa pelos meus poros, sangrando meu espírito. Mesmo longe, sofrendo com a distância, sinto-me perto, o tremor atinge como se tu tivesse me tocado novamente. Não consigo voltar, sua voz não sai da minha cabeça, tomei o rumo do penhasco, a ponta dos meus pés já se mostram leves, livres, sem a resistência do solo. Acho que vou cair do penhasco, da vida, pra morte, no esquecimento, pois sem mim tu seguirás, porém sem ti não quero seguir.

A pergunta que nunca tem resposta, o que eu estou procurando? Na verdade não sei, mas a hora da verdade se aproxima. Sem o que você tem para oferecer, me deparo com meu verdadeiro eu, não é bonito, eu sei, é apenas o nu, cru, verídico. Nessa desordem organizada de luzes que saem da minha cabeça, me encontro atrás de uma porta, seguida por um muro, um sorriso sem cor, um rosto sem expressão. Sempre eu, falando de mim, esse egoísmo que tento fugir não me abandona, é minha essência, realidade. Perceber o outro, é uma das qualidades primárias que tenho, apenas não consigo mais me importar, piedade está em segundo plano, o primeiro é formado pela vontade de vencer, o que ou quem, não sei lhe dizer.

domingo, 15 de agosto de 2010

Do Fundo

Quando se está perdido, nada mais faz sentido. Às vezes perguntam como você está e por educação ou talvez proteção própria, afirmamos que tudo está bem, na mais perfeita paz. A verdade nunca é bem essa, principalmente se você for um ser humano pensante, com seus próprios problemas, batalhas e demônios pessoais. Desde já peço desculpas, sou uma pessoa horrível, que não sabe lidar com seus sofrimentos sem a extrema necessidade de atacar, a tudo e a todos, sem motivo aparente. Se está tudo bem, como posso criar pensamentos tão ruins para o universo, a conclusão que devo chegar é de que na verdade o problema do universo sou eu, sem a capacidade de ficar satisfeito e feliz, por mais que consiga realizar todos os meus desejos. Caso tivesse um gênio da lâmpada, este teria uma vida miserável, seria meu perfeito escravo, trabalhando 24 horas por dia para ter um “dono” infeliz e que por mais que ele tenha se dedicado, nunca estaria satisfeito com nada que fosse capaz de fazer.


Voltando a realidade, a culpa disso TUDO é minha, por mais que eu tenha TUDO, domine TUDO, a aparência será de como nada tivesse se passado, pior, terá piorado. Perdido em sonhos ruins, sombras trevosas, nevoeiros densos e vermelhos como os olhos de um touro ao fitar o pano para ele apresentado, nos tornamos cegos para o que acontece além de seus olhos e o pano vermelho. Eu sou um animal racional, então qual o motivo que me leva a interpretar a personagem do touro, talvez minha racionalidade sirva apenas para entender o quanto sou um animal limitado, que continua a agir por instinto.


O único desejo que passo a ter pelas pessoas é de que elas evaporassem, morressem, enfim, me poupassem de suas presenças negativas e atormentadoras. Que ruim seria, pois ainda preciso delas, penso. Serei eu o negativo por ter essas idéias, ou apenas um animal racional que está evoluindo para o status de demônio ou senhor da noite. Começo a desejar que isto seja apenas uma fase ruim, está se tornando muito perigoso, melhor acreditar que isso é apenas uma fase e que tudo vai passar. Já estou eu me mostrando fraco novamente, apelando para a esperança sobrenatural denominada fé. A fé é a única arma dos desesperados para dominar o que há de pior dentro de si, para muitos é o único alicerce da vida. Eles estão errados, eu não sei, eles ao menos têm certeza de um alicerce, e eu que nem sei direito o que eu sou.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mafia, Futebol, Eleições, Brasilidade


Uma historinha pode ser muito marcante, lembra dos filmes sobre a mafia, então, parece que o Brasil está voltando a essa época. Quando muito antigamente, os jogadores de futebol ganhavam apenas o suficiente para ter uma vida tranquila, não se metiam em tantos problemas, e viviam de certa forma com dignidade. O que vemos agora, é a mais perfeita demonstração do que o excesso de dinheiro, nas mãos de pessoas não preparadas, pode fazer. 


O sentimento de super homens, acima da lei, impera entre esses jogadores, mas não de todos. Alguns criaram em suas cabeças a imagem de que são mafiosos, quando não envolvidos com traficantes, praticam a técnica marginal de “passar” alguém. Ainda não há nenhuma prova conclusiva, apenas o desaparecimento de uma pessoa, e depoimentos perdidos, situação idêntica aos filmes da mafia. 


Voltando ao assunto, a exagerada remuneração, a essas pessoas despreparadas, leva ao crescimento de possíveis marginais, veja bem, não são todos. Isso não se resume ao Brasil, nem ao futebol, basta lembrar do caso O.J. Simpson. Ele foi acusado de praticar uma violência contra uma mulher, mas no fim, mesmo com todos os indícios contra ele, se livrou da pena máxima. Voltando ao Brasil, quem levará fé em um país no qual estão espalhados pseudo mafiosos, até alguns de nossos candidatos políticos, liberados por liminares a se lançarem na corrida eleitoral. Realmente essa é uma questão que assombra os brasileiros que, preocupados com o país, contando com a eliminação da copa, se preparam para o período de eleições.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Complicações divertidas

É engraçado o que acontece na vida de algumas pessoas. Quando se é homem, e tudo que se espera de você é que homem seja, o protagonista da história acaba por se envolver em tramas que podem ser perigosas. O perigo a qual me refiro, é o de ser o outro, sim, aquele que torna-se um joguete, um reserva, daqueles que só entram aos 40 do segundo tempo pra marcar o gol da vitória. 


O homem por mais que não goste desses "jogos perigosos", uma vez ou outra acaba se tornando personagem das histórias "Manoel Carlísticas", criada pela mente doentia ou confusa de certas mulheres. Imagine só, o rapaz recebe um convite, de uma garota, para tomar um chopp, muito comum e normal, há quem curta essas experiências, caóticas. Convite aceito, ele sai de um dia muito tenso de trabalho, morto, cansado, querendo relaxar, porém acaba se rendendo ao feitiço, cruel, da mente feminina. Ao chegar no local determinado, para o encontro de almas, ele se assusta, fica chocado, o oficial está presente. 


Um turbilhão de pensamentos passa por sua cabeça, preocupada, as vezes até, perturbada. Será que é uma emboscada, pensa nosso protagonista, que passa pela mesma situação que tantos outros silvas, brasileiros e sofredores. Em um momento oportuno ele faz a pergunta para a felina, por que ele está aqui? Ela sem nenhuma marca de preocupação em sua cara proveniente das mais nobres árvores, responde: "Não tive como evitar!". E como não? Como o mais belo e cordial político, nosso herói segue uma conversa, com seu adversário, sem transparecer o combate oculto. Imagine se o nosso silva, não fosse frio, a ponto de manter suas expressões faciais, subliminares, onde essa história iria parar. Fatalmente o oficial iria parar no hospital, já que seu corpo inteiro não tem metade da resistência, do nosso silva, o herói brasileiro. Esse conto serve para alertar, você, que se mete nas mais profundas encrencas, mediante o feitiço demoníaco das mulheres. Elas são ótimas, maravilhosas, encantadoras, por isso, capazes de construir uma vida com você ou destruí-la. Vá com calma, pense bem antes de se deixar envolver mas não deixe de conhece-las sempre mais e mais. Esses joguinhos românticos, são sempre positivos e divertidos, e claro, o que não te mata, te fortalece!

domingo, 30 de maio de 2010

Sentimentos X Razão

Quando nos deparamos com sentimentos bons, a muito já esquecidos, nos sentimos completos, realizados. A idéia de felicidade é algo muito vago, prefiro crer na existência de momentos felizes. Quando estou com meus amigos queridos, com meus familiares mais próximos, recupero as energias necessárias para a nova batalha que se aproxima.


Essa é uma análise introdutória, para o que de fato eu gostaria de escrever aqui. Não sei se serei capaz, de passar para as palavras, tudo o que realmente eu acredito, penso e sinto. Desde já peço desculpas, pelas minhas opiniões, e sentimentos exagerados.


Há uns anos, após um problema sério no campo sentimental, pra ser mais exato há 4 anos, decidi como uma forma de proteção, optar pelo isolamento das sensações correspondentes ao coração. Sinto que foi uma de minhas decisões mais sábias, pelo menos até a atual situação que se encontra a minha vida. Meus amigos não tem mais tempo pra mim, estão namorando, graças a Deus, estão evoluindo no que diz respeito a vida pessoal. Passei a sentir falta das pessoas para conversar, resolvi então me reabrir pro mundo emocional, deixando de lado a vida profana, que eu levava. 


Erro meu, voltaram a acontecer as mesmas coisas do passado, barreiras intransponíveis entre a minha pessoa e a felicidade. Novamente tento me fechar pro mundo, só que desta vez, sinto que não sou forte o suficiente para construir uma nova armadura.
Nesse conjunto de sentimentos fortes, eis que se mostram outros que eu não desejava de verdade voltar a sentir, o maus sentimentos. Raiva, fúria, cólera, ódio, violência desnecessária, tudo aquilo que sufoca as qualidades de uma pessoa, quando as trevas passam a valer mais do que 50% dentro de você. Voltei infelizmente a ter contato com essa parte negra de minha alma, pelo único sentimento que me faz perder o controle, a frustração. Tudo na vida vai indo bem evoluindo, incrível como apenas uma característica da vida pode ser suficiente para desequilibrar todo o resto.


Nessa nova situação fui obrigado a escolher, entre meu coração e a minha mente. Escolhi a mente, dei prioridade a minha carreira, que apesar de estar no começo é a única coisa concreta que eu tenho na vida. Com a capacidade analítica que me foi dada por Deus, uma mistura de dom com maldição, eu penso demais. Sou rico em sentimentos, mas a minha razão não permite que eu fique com eles, se tornaram apenas uma forma de sofrimento. Já deixei tanta coisa que amo para trás, por conta dessa maldita razão.


O que resta é esperar, acreditar que o futuro será melhor do que o presente. E como sempre me lembro, não há mal que sempre dure e nem bem que nunca acabe, a esperança sempre será renovada. O momento é crítico, duro, mas como bom guerreiro, não desistirei, luto até o fim e morro de pé!

We play a game of touch and go
Your door is open but your heart is closed
I heal your hurts and pay the price
You walk away and you don't think twice
Maybe I'm just a fool
Who always answers when you call
Baby, who else will shelter you
When the rain begins to fall
Someday you'll come running to me
When you know it's a prison, being free
Someday you'll stop chasing your dreams
Someday you'll come running
You'll come running to me
Too much of you I live without
Our bodies speak but not our mouths
I can see his shadow in your eyes
But I don't ask where you've been tonight
I pick up the pieces
Every time you fall apart
Baby, but I keep tripping
On the pieces of my heart
Someday you'll come running to me
When you know it's a prison, being free
Someday you'll stop chasing your dreams
Someday you'll come running
You'll come running to me
When the wind blows colder
No one to care, no one to hold you
Love's not a road of no returning
Just look around
The fire's still burning
Someday you'll come running to me
When you know it's a prison, being free
Someday you'll stop chasing your dreams
Someday you'll come running
You'll come running to me
Apenas para mostrar como eu me sinto nesse momento...

terça-feira, 25 de maio de 2010

O poder da internet e suas ferramentas

Como uma ferramenta tão simples, "tão²" resumida, pode se tornar "tão³" necessária em nossas vidas? Afinal de contas, se expressar com apenas 140 chars, não é pra qualquer um não! Tenho um palpite, quando escrevemos no twitter, tudo é jogado ao vento, e quem quiser pode seguir aquela "twittada". 


 As pessoas de um modo geral, sempre foram conhecidas pela sua vontade em saber da vida alheia, mas isso não reduz a importância nem o alcance que essa ferramenta pode ter. Veja o conturbado presidente da Venezuela Hugo Chavez, ele encontrou no twitter, uma forma de lançar seus ideais ao vento, atingindo quem quiser ser atingido. O presidente venezuelano até criou um fundo monetário especial em seu governo, visando atender à possíveis reclamações da população. Outro ícone que se rendeu ao twitter foi a maior autoridade da religião budista, o Dalai Lama, quebrando barreiras, agora o mestre espiritual pode passar mensagens sábias ao povo budista, na China.


Não podemos esquecer outro ponto, o twitter, vem sendo o maior revelador de talentos humorísticos, cômicos, irônicos, do mundo. Quem nunca escreveu uma piadinha no twitter, não postou uma mensagem sarcástica, ou fez um comentário irônico?
O melhor disso foi descobrir em minhas viagens na internet, um site especializado em buscar as melhores twittadas da rede, o site é o WWW.omelhordotwitter.com.br . Vou colocar agora algumas “twittadas” por mim selecionadas:


“A reformulação gráfica da Folha de S. Paulo tornou muito mais dinâmico e interativo o meu processo diário de não ler jornal”
@pedroleite82


uma das marcas do burro é tratar o banal com solenidade
@Alelex88


Ivete Sangalo vai abrir o Rock in Rio Lisboa. Portanto, não precisa mais ser no RJ, não precisa ser rock e nem ser música
@VLSaT


O GLOBO: “Adolescente tenta entrar com sanduíche de maconha em delegacia”. Haha, é o Mac Onha.
@silviolach


inverno astral é quando está chovendo na sua horta
@georgemacedo


“Lost” é igual mulher. Se você tentar entender muito, perde a graça.
@ulissesmattos


Amanha é dia de McFrança! Esse eu nao engulo desde 98!!!
@DarkRonaldo


“O Brasil não tem tecnologia para fazer enriquecimento de urânio, só de político.
@jose_simao


“Hugo Chavez twittando de um Blackberry é o cúmulo do socialismo.
@tomas_hugo

O como lidamos com essa ferramenta, é um problema de total responsabilidade individual, cada um responde pelo que escreve. Sensacional é perceber, que temos muitas cabeças pensantes, pois pra ser irônico, o Q.I da pessoa no mínimo tem q ser 90!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dor

Quando tudo parece acabado, perdido, descobrimos dentro de nós uma força, que nunca nos seria viável, em situações normais. Depois de tanto tempo utilizarei, hoje, meu blog, para postar uma poesia, que resume o que sinto.


Despedida à...

Álvares de Azevedo


Se entrares, ó meu anjo, alguma vez
Na solidão onde eu sonhava em ti,
Ah! vota uma saudade aos belos dias
Que a teus joelhos pálido vivi!

Adeus minh'alma, adeus! eu vou chorando...
Sinto o peito doer na despedida...
Sem ti o mundo é um deserto escuro
E tu és minha vida...

Só por teus olhos eu viver podia
E por teu coração amar e crer,
Em teus braços minha alma unir à tua
E em teu seio morrer!

Mas se o fado me afasta da ventura,
Levo no coração a tua imagem...
De noite mandarei-te os meus suspiros
No murmúrio da aragem!

Quando a noite vier saudosa e pura,
Contempla a estrela do pastor nos céus,
Quando a ela eu volver o olhar em prantos
Verei os olhos teus!

Mas antes de partir, antes que a vida
Se afogue numa lágrima de dor,
Consente que em teus lábios num só beijo
Eu suspire de amor!

Sonhei muito! sonhei noites ardentes
Tua boca beijar eu o primeiro!
A ventura negou-me...até mesmo
O beijo derradeiro!

Só contigo eu podia ser ditoso,
Em teus olhos sentir os lábios meus!
Eu morro de ciúme e de saudade;
Adeus, meu anjo, adeus!



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Jornalismo de Interior

Eu dei mais uma de minhas "saídas" perdidas pelo interior, do Rio de Janeiro. O Destino desta vez foi Saquarema, cidade que já conheço de longa data, onde inclusive tive um de meus carnavais mais loucos. Voltando para o assunto do post, Jornalismo de Interior, a dúvida logo aparece, o que será o Jornalismo de Interior? Se essa definição existir, "cagada", pois eu criei esse nome para exemplificar um jornalismo mais solto, sem as cobranças e normas tão chatas quanto na capital.

Como muitos devem saber, eu tenho uma atração natural por jornalismo policial, o que me leva a buscar sempre novidades nesse ramo! O jornal que eu encontrei essas peculiaridades se chama "O Saquá", tendo até o site www.osaqua.com.br , onde depois, todos poderão confirmar o que eu digo.

O Saquá tem uma editoria, ou parte, chamada "Plantão de Polícia", escrita pelo jornalista AG Marinho. Imagine só o que deve ser descrito nos textos do "Plantão de Polícia", desgraça? sim, claro! Páginas policiais só tem morte ou situações "trevas". O que torna os textos atrativos não são os fatos, mas sim, como eles são descritos. Já que não temos como fugir das desgraças, nada melhor que bom humor, transformando a história em uma piada de humor sórdido.

De verdade não sei se todas as situações, ou se de fato alguma, são verdadeiras, pois são muito cinematográficas. O Jornalista AG Marinho, cria narrativas para situações simples, transformando-as em espetáculo. Sendo o mais cauteloso possível, digo que, no mínimo, Marinho tem talento para escrever Romances.

Vou colocar na íntegra um dos textos de Marinho da edição de dezembro do "O Saquá".


Escrito por: AG Marinho (Jornal "O Saquá"), edição de Dezembro de 2009

Manoela ou Manolo

Manoela, 24 anos, esposa de Cândido, o Candinho, de 32, residentes em Vilatur, arranjou uma namorada e esbravejou na varanda da birosca que o macho da casa era ela. Candinho, todo afagoso e lenganhento, disse que isso ia passar e que eles voltariam a ser como antigamente, mas Manoela que já tinha tomado um litrão de chá de cipó cabeludo, estava criando barba e queria ser chamada de Manolo, expulsou o marido de casa e levou duas garotas pra morar no cafofo.
Meio macumbeiro, Candinho arriou um despacho de bode preto, sem cabeça, no portão da residência e conjurou Satã no fandango da vingança. A rua estava cheia quando Manoela, ou melhor, Manolo e as namoradas, desterraram Cândido na porrada. Durante o desbabacamento voou, pra todo o lado, vela roxa de sete dias, farofa, um samburá de jamelão do cemitério, pedaços da coleção de LPs de Jackson do Pandeiro e Almira, e o que restou da estátua de gesso do capeta que, durante o barraco, virou pau de cacete. Até o Exu da mãe de Candinho entrou na porrada.
O que até hoje ninguém sabe foi de onde saiu à bala que atravessou o umbigo de Manoela e saiu na bunda. A vítima já chegou morta no Posto de Emergência e a perícia garantiu que foram 2 tiros de calibre 45.

Tenho certeza que alguém, ou todos vocês, gargalharam, por isso colocarei mais 1 dele!


O corno do apagão
Erivelton, 25 anos, caseiro jardineiro macho, trabalhava de sunga e sem camisa mostrando o tanquinho sarado e cheio de curvas. Rogéria, a patroa, de 39 anos, doidinha pra futucar a jardineira, aproveitou o apagão mostrou e pediu ao caseiro pra dar uma roçada no gramadinho, mas foi flagrada exatamente no momento em que Erivelton se preparava para engatar o cabo do roçador na tomada. Com uma lanterna gigante na mão, Felipe, 40 anos, residente em Jaconé, marido traído inconformado, iluminou a sacanagem e saiu lanternando os dois na porrada. "Veltinho" chegou no posto de emergência com o saco da hérnia todo esbagaçadoe um profundo corte no lado esquerdo da bunda, adquirido quando voou, no escuro, por sobre uma cerca de arame farpado. Rogéria, toda roxa, lanhada e arregaçada, deu entrada no hospital com a orelha direita decepada e pendurada no brinco. Felipe, preso por dupla agressão, vai responder o processo em liberdade.

Juro que achei essas histórias muito engraçadas, deve ser a convivência com o "estilo" de vida do carioca, que já está acostumado com essas situações e até passa a achar graça.






quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Sanduíche Hondurenho com recheio Brasileiro


Apesar da crescente manifestação popular em Honduras, o governo brasileiro ainda não aceitou negociar com o governo do país sobre a entrega do presidente deposto Manuel Zelaya. Alegando não reconhecer a legitimidade da gestão do presidente interino Roberto Michelleti, o Brasil pediu a intervenção da Organização dos Estados Americanos (OEA) para mediar uma resolução pacífica. Michelleti já ameaçou publicamente que irá invadir a embaixada brasileira para prender Zelaya e que, não havendo acordo, eliminará relações diplomáticas com o Brasil.


Os conflitos em Honduras começaram durante a campanha para as eleições presidenciais, quando o então presidente deposto Manuel Zelaya tentou instaurar um plebiscito para prolongar seu mandato. Para fazê-lo, Zelaya propôs uma modificação na constituição do país, ato considerado ilegal no país. Para evitar uma manobra ditatorial, Michelleti fez uso das forças armadas e declarou a prisão do político, seu companheiro de partido.

Embora o papel do Brasil na crise política hondurenha seja delimitado por uma forte crítica ao governo golpista, crescem as desconfianças por parte da população local. A contestação popular começou quando, aparentemente sem o conhecimento do presidente do Luiz Inácio “Lula” da Silva, Manuel Zelaya voltou do exílio de forma clandestina, refugiando-se na embaixada brasileira em Tegucigalpa onde permanece até o momento.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Juventude Dependente, Juventude Independente

Algumas coisas não mudam e, embora incríveis, não têm nada de assustadoras: rockeiros através dos tempos continuam buscando aliar diversão e tranquilidade. Os pioneiros, nos idos de 50 e 60, queriam mostrar a cara – e o gumex no cabelo, a cintura alta, a jukebox – nas festinhas de arromba em que diriam papai e mamãe “o que deu nessas crianças?” Os 70 chegaram com a juventude transviada do movimento paz e amor. Colorido de lama, diversão e sexo livre, o tempo era movido pelo que, já prenunciava Lennon, seria Lucy in the sky with diamonds. Mais dez anos e em 80 “pouca” coisa mudaria. As festas, maiores e mais barulhentas; o sexo, mais freqüente e mais irrestrito; as drogas; mais poderosas e mais possíveis.

E se já houve tanto barulho por nada, o que esperar do segundo milênio? Tipos diferentes de droga, de gíria, de festa, ou haverá algo mais? Se me perguntarem eu posso dizer, convicto, de que as drogas não sairão de vista (de nariz, de veia, de boca). São elas uma conseqüência direta da nossa escolha por um mundo cada vez mais competitivo e envolvido no espírito capitalista. Esse é o ambiente ideal para dar vazão à necessidade de desligamento e de catarse, movimento amplamente promovido pelo uso de entorpecentes. Premissa: ou se entregar à alucinação ou estar suscetível ao tilt, como estão as máquinas que nos escravizam.

Mas olhem só, titios reacionários e defensores da idéia de juventude perdida: nenhuma delas vive só de besteira. Todas voltam e pulsam com sua poesia – anestésica? as vezes. Alienada? Nunca. Falem todos muito mal dos rockers de plantão em cada esquina, dos regueiros de fundo de quintal, dos punks sujos do metrô de são Paulo: mas a mudança que se quer ver no mundo sempre vem aí do gueto. Pra essa gente escutar um som não é só mais um passatempo. Não se vendem, nascem pra morrer assim, sempre criticando, lutando, esperando ver no mundo a revolução que já fizeram em si mesmos.

Longe de mim criticar os outros estilos musicais ou de vida mas, de fato essa juventude do rock que nasceu transgressora, com personalidade e que não tem o hábito de aceitar as coisas simplesmente, é uma “tribo” muito mais preparada para modificar o mundo, entender o sentido da existência e viver em acordo com suas filosofias e valores.

Importa se você viver 70 anos? Se o valor está em de fato aproveitar os milimétricos segundos de cada conversa, cada mesa de bar? Mas se as drogas, mulheres, jukeboxes; se algum infortúnio qualquer reduzir o tempo de estadia terrestre, há saída. Parar; olhar; escutar; num exercício de contemplação. Uma trilha sonora para cada momento corrido e, prometo, tudo fica mais interessante. 

Essa pluralidade arrasta as drogas pra um segundo e obscuro plano; os rockeiros se tornaram independentes do aditivo histórico e hoje sabem: é perfeitamente possível ser feliz trocando 12g por 12 reefs bem tocados de guitarra.Algumas coisas não mudam e, embora incríveis, não têm nada de assustadoras: rockeiros através dos tempos continuam buscando aliar diversão e tranquilidade. Os pioneiros, nos idos de 50 e 60, queriam mostrar a cara – e o gumex no cabelo, a cintura alta, a jukebox – nas festinhas de arromba em que diriam papai e mamãe “o que deu nessas crianças?” Os 70 chegaram com a juventude transviada do movimento paz e amor. Colorido de lama, diversão e sexo livre, o tempo era movido pelo que, já prenunciava Lennon, seria Lucy in the sky with diamonds. Mais dez anos e em 80 “pouca” coisa mudaria. As festas, maiores e mais barulhentas; o sexo, mais freqüente e mais irrestrito; as drogas; mais poderosas e mais possíveis.

Longe de mim criticar os outros estilos musicais ou de vida mas, de fato essa juventude do rock que nasceu transgressora, com personalidade e que não tem o hábito de aceitar as coisas simplesmente, é uma “tribo” muito mais preparada para modificar o mundo, entender o sentido da existência e viver em acordo com suas filosofias e valores.
Importa se você viver 70 anos? Se o valor está em de fato aproveitar os milimétricos segundos de cada conversa, cada mesa de bar? Mas se as drogas, mulheres, jukeboxes; se algum infortúnio qualquer reduzir o tempo de estadia terrestre, há saída. Parar; olhar; escutar; num exercício de contemplação.

Uma trilha sonora para cada momento corrido e, prometo, tudo fica mais interessante. Essa pluralidade arrasta as drogas pra um segundo e obscuro plano; os rockeiros se tornaram independentes do aditivo histórico e hoje sabem: é perfeitamente possível ser feliz trocando 12g por 12 reefs bem tocados de guitarra.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

24 horas de um brasileiro

Enquanto achamos a vida de herói norte americano um máximo, deixamos de olhar para o lado, nosso vizinho, um trabalhador transeunte. Personagem com a vida tão agitada quanto a de um seriado estrangeiro.

Os Jorges, Franciscos, e os mais conhecidos Josés, lutam diariamente contra inimigos com um poder de destruição bem maior que o de uma bomba atômica. Eles acordam, levantam, tomam seu banho antes mesmo de o sol nascer. Caprichosamente fazem a barba com sua lâmina de barbear, velha e surrada, tão antigas que poderiam estar no museu. Quase um ritual espiritual de quem se prepara para o pior, aliás o primeiro de seus piores problemas, a ausência de comida no prato seu e no de seus filhos. Quando disse que bomba atômica era menos destrutiva, me referia a fome, enfraquecendo corpos, destruindo almas, de forma silenciosa.

Triste é conhecer o que se passa na cabeça de nosso personagem, “ah já me acostumei”, isso não o impede de levantar e rumar a sua segunda batalha, como virou moda dizer “brasileiro não desiste nunca!”. Sai de casa, um bairro simples, com muitos inimigos espalhados, esses que em sua infância costumava chamar de amigos. Antes parceiros de “pelada”, hoje concorrentes na guerra desleal para ter o que comer. Alguns partiram para a margem da sociedade, transformando-se nos conhecidos marginais.

Sobrevivendo a segunda batalha, corre para o seu caminhão de combate, ou seria condução, cheio de outros guerreiros sedentos por aventuras e combates em terras distantes. Ao chegar, depara-se com um imenso sargento, de nome engraçado, Patrão. Gritando e esbravejando o sargento passa as ordens aos soldados e completa, “quem não tiver força de vontade, garra, e gastar todas as suas energias trabalhando hoje aqui, não precisará voltar amanhã”. Que força seria essa? A física, proveniente dos alimentos que a muito só restaram na memória de nosso herói. Retirando forças de onde não existia, mais um dia se completa, chega a hora de receber a esmola do dia, ou seria pagamento? No retorno do herói de guerra, no mesmo caminhão que o trouxe, o homem, mais morto do que vivo, para com o objetivo de comprar algum arroz com feijão qualquer, continuando depois uma caminhada até o formoso lar. Não desmontou nenhuma bomba para salvar o país, apenas salvou mais uma família, a sua, do abandono dos “Warlords” que de 4 em 4 anos mentem, prometendo proteção a família do guerreiro durante o combate.

Por: Leandro Kovacs

domingo, 24 de agosto de 2008

A vitória do inesperado

O que sentir quando tudo em que esperamos vencer, perdemos, e tudo em que somos desacreditados, obtemos triunfo. Esta é a minha dúvida maior quando me pego assistindo os jogos olímpicos de Pequim 2008.
Um carma no futebol, uma seleção de voleibol que atropelava a todos sem nem tomar conhecimento, um esperado ouro com o nosso "lobo dos mares" na vela, exemplos mais do que amargos de nossas experiências nesta olimpíada. Quem poderia imaginar que nossas vitórias e triunfos fossem vir com o ouro no salto em distância, com duas inéditas medalhas no Tae-Kwon-Do e na Vela e pra fechar um ouro inédito no voleibol.
Qual será sua reação se eu contar que todas essa conquistas foram alcançadas por mulheres? Não que as mulheres sejam inferiores aos homens, NÃO SÃO! Justamente por isso devem ser cobradas tanto quanto os homens. Com essas conquistas femininas mesmo assim tivemos uma participação fraca nos jogos, porém sem elas teriamos tido a participação mais vergonhosa de muitos anos de olimpíadas. A única superação masculina veio pelo nadador Cesar Cielo que conquistou um inédito ouro na natação.
Agora falamos como desculpas para quem quiser ouvir "O Brasil não é um pais olímpico", de fato está longe de ser. Somos conhecidos por ter raça e lutarmos até o fim de nossas forças, outra vez parece que só nossas mulheres foram para lá pensando assim, enquanto alguns atletas viajaram apenas para trazer "muamba".
O Governo tem de começar a ajudar com patrocínio e estrutura, visando a formação de atletas de ponta, enquanto isso não acontece vamos assistindo cada vez mais nossas mulheres "Guerreiras", SALVANDO NOSSA PÁTRIA!!!

sábado, 12 de julho de 2008

Vida!

Outro dia entrei em uma reflexão sobre o que é a vida e qual o nosso papel nessa existência, e na de outras pessoas.

Qual seu papel na vida em relação as outras pessoas?

Acredito que seu papel básico seja o de acrescentar, colocar um pouquinho de você em cada pessoa na qual você conheça. Pode ser por meio de suas qualidades ou de seus defeitos, de acordo com a necessidade do indivíduo em questão.
Quando temos uma relação estreita, afetivo-amorosa, sexual, com uma outra pessoa tendemos a não acrescentar nada a ela, mediante o pensamento de que não enxergamos nenhuma carência nela, nenhuma deficiência de caráter que pudesse ser suprida por algum adjetivo correspondente a você. Essa relação de soma e troca mútua entre os seres humanos é anulada por essa interferência que alguns chamam de paixão. A paixão é uma espécie de venda próxima a que a justiça tem sobre seus olhos. Seguindo essa linha de raciocínio, ao retirarmos a venda da paixão voltamos a relação simples que todos nós temos de troca de qualidades e defeitos. Seguindo a ótica quanto mais negativo o sentimento por uma pessoa maior a chance de acrescentar algo a ela, pois ela passará a te observar assim como você também o fará, se observando com uma certa disputa se tem mais atenção, visando ser mais forte os 2 irão buscar as qualidades do inimigo realizando assim com perfeição a ideia da troca de adjetivos entre os humanos. Como passará a observar demais o alvo a tendencia é de que seja mais fácil achar qualidade, criando assim uma facilidade em admirar o adversário. A ação de admirar alguem nada mais é do que ter paixão de uma forma camuflada. Então no fim das contas você acabou se apaixonando e novamente deixando de ter a relação de troca-soma. Resumindo nenhuma paixão durará pra sempre, esse ciclo faz com que a roda da vida gire sempre, a unica coisa que faz o ser humano crescer é a competição com o outro. Se seu papel é o de somar um pouquinho de você nos outros, sempre esteja competindo com alguem, visando sempre a vitória, conflitos com quem você gosta são positivos pois os 2 crescem.

sábado, 17 de maio de 2008

Enigmas matemáticos

Ola amigos!! hoje como podem ver resolvi lançar alguns desafios as mentes sedentas por desafios de conhecimento.

Fiz alguns enigmas matemáticos para vocês.

Resolvi começar colocando 2 aqui! vocês tem o tempo que precisarem para resolver.

1- Descubra o seguinte enigma: de o valor de "X" na sequência: 5,10,2,9,8,4,6,7,3,1,X


2- Encontrei uma menina carioca aqui em um barzinho em são paulo. Ela era muito linda, conversamos, trocamos elogios, pelo seu papo percebi que ela adorava matemática, no fim da noite implorei por seu telefone. Ela disse que só teria-o se fizesse por merecer. Joana então me disse:

Meu telefone é: (2351714;414918;2112) 191758;16201191714;12591;3913314; - ;1314215;1491914;185195;2351714.

Humpf! estou tentando descobrir o telefone! me ajude a conquistar a garota dos meus sonhos.
Qual o telefone de Joana?

quarta-feira, 16 de abril de 2008

De Gabeira até eu

A probabilidade de alguma especulação sair do papel é mínima. Dentro do contexto observado no panorama da economia nacional, tudo que se têm é uma ampla falta de dados concretos. Por todos os lados, articulistas e cientistas políticos se revezam na disputa entre quem sabe menos e que tem menos ainda a dizer. É fato que isto não reflete a falta de competência de cada um destes profissionais, pelo contrário! Reflete sim, o extenso vazio que tem tomado conta do cenário da discussão política no país.
Não somente pela falta de alguma esperança positiva sobre os rumos que deveriam ser tomados, mas principalmente pela intima certeza se que todo novo não é mais tão novo assim. Diante das mesmas siglas partidárias, dos mesmos protestos e passeatas, da mesma desvinculação da racionalidade ética, não há muito mais o que se fazer em matéria de argumentação especulativa. Os leitores brasileiros, todos muito acostumados com o cotidiano repetitivo do panorama social e político, não têm mais o mesmo interesse pelos rumos da conscientização sobre os temas relacionados.
É difícil mensurar a gravidade operacional e funcional do problema. As editorias de política e economia travam uma ferrenha luta diária por um pouco de ar livre. Querem respirar acima da cortina de poeira e fumaça que encobre a movimentação logística dentro das residências oficiais em Brasília, São Paulo e em milhares de outras menores esferas de poder público.
Entre o lavrador mineiro ao empresário cosmopolita, fica de diferente o traço sócio-cultural; embora reste de muito semelhante a triste indiferença. A nova faceta da personalidade cultural brasileira engloba a relação entre saber/ fazer/ questionar sobre política no Brasil. Ainda que não faltem grupos, sindicatos e organizações que militem em favor de um novo contexto, qual é o real vinculo entre o brasileiro contemporâneo e o governo que “ele” elegeu?
Na realidade é muito difícil também compreender quem é este “ele” este “povo” – de lavradores e empresários – constituído da magnitude de um termo, e sem um rosto definido sob o qual atribuir a culpa. O “ele” do povo somos nós todos, mas... quem somos nós todos como povo brasileiro? Dos articulistas, de volta aos sertanejos, estamos de fato fadados ao desinteresse contínuo pelo que é Brasil nos termos atuais.
A prostração progressiva acerca do discurso ufanista é lógica e tem fundamento. Ate mesmo o panfleto de esquerda, que salvava do ostracismo muitas imagens heróicas de resistência política, hoje cai em desuso tendo em vista o que se vê fazer de canhoto no governo. A probabilidade de alguma especulação sair do papel é mínima. Cria-se então um ciclo vicioso.
Outras múltiplas possibilidades e caminhos a serem tomados, particularmente por casa cidadão visando o bem comum do social, também têm chance mínima de virarem realidade. O povo não se reconhece nada além de mesmo povo, e pela ausência de um rosto, pelo peso de uma constante culpa (quase genética), não pretende dar continuidade à utopia de Gabeiras em outras décadas. Entre a prática e a discussão política como tijolo de construção, dista um grande “ele”, um grande “povo”.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

DE QUEM É A CULPA?

A alguns anos atrás, o Brasil principalmente o Rio de Janeiro, sofreu e se assustou com uma gigantesca crise na saúde. O pivô dessa crise foi o vírus da dengue, que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, facilmente identificado pelas suas listras pelo corpo.


A crise era grande, as pessoas ficavam doentes cada vez mais. A televisão dava as informações de como evitar o contágio ou a proliferação do mosquito. Informação “martelada” na cabeça da população, começa-se a ver um empenho das pessoas no combate a essa doença que tinha 3 tipos diferentes, sendo o pior deles a hemorrágica. No fim da crise quando começava a ficar claro o controle sobre a epidemia, descobre-se a 4º variação da doença. Esta 4º variação não chega a infectar muitas pessoas pois por fim a epidemia estava controlada.


Quando todos pensavam que nunca mais viria a acontecer aquele cenário novamente, eis que temos a volta da dengue, dessa vez com uma epidemia muito maior e arrematando muitas pessoas com suas 4 variações do vírus. O que levou isso a acontecer? Culpa dos governantes? Culpa das pessoas? Ou uma mistura dos dois?


Parece muito fácil criticar o governo, mas até onde estou conseguindo enxergar este me parece estar cumprindo com suas obrigações no que diz respeito ao combate e controle, passando com os carros do “fumacê” indo nas casas onde podem haver possíveis focos de criação do mosquito.
A população que me parece não estar fazendo a sua parte, por um possível relaxamento pós epidemia. Pararam de evitar com tanta intensidade não deixar água parada em recipientes expostos para o mosquito reproduzir-se, não denunciam focos na sua vizinhança. Pior de tudo, ainda tem gente que não permite a visita dos agentes de saúde as suas casas para o combate por medo da violência, não tiro a razão delas, facilmente pode-se observar os uniformes do agentes e os crachás de identificação, reduzindo assim o risco.


O mais importante é novamente conscientizar a população para esse problema sério e o governo continuar com suas medidas de combate. Não existe mais vagas para doentes com o vírus nos hospitais públicos, uma medida tem de ser tomada, senão voltaremos para aquela frase que infelizmente se faz correta “só o pobre que é prejudicado”, o rico tem como buscar um atendimento privado de qualidade.
Se queremos uma democracia de verdade, temos de dar condições iguais ou próximas a igualdade pelo menos para garantir a saúde da população! Nossos trabalhadores são essenciais para o funcionamento do país, não podemos nos dar ao luxo de permitir-se a todos que fiquem doentes ao mesmo tempo.


Avante Brasil, LEVANTA E LUTA!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

CARNAVAL!

Fiquei um tempo sem postar mais hoje me deu vontade de escrever aqui.




CARNAVAL! É uma epoca de festa profana? hahaha vai saber...é uma festa pagã, ser pagão é diferente de ser do mal! bom a palavra pagão vem do latim Paganus que era como se denominava os camponeses, que em sua grande maioria continuava a seguir suas religiões antigas e suas crenças.


Carnaval...bom creio que essa palavra venha de festival da carne hehehe! afinal com tanta carne exposta nessa época por ai é a definição mais lógica que consigo chegar. Uma festa tipicamente brasileira com um som e ritmo de ótima qualidade que faz os brasileiros esquecerem de seus problemas pelo menos por esses dias e caiam na folia bebendo até cair e atropelando todas as mulheres que estão ao alcance de seus braços. É uma fuga para povo tão sofrido como o nosso brasileiro, é aquele mesmo que não desiste nunca, assim como a copa do mundo quando os brasileiros se juntam em aglomerados pela cidade para se abraçar e gritar "GOL" quando se esquecem as diferenças de cor, credo, visão política, tudo mesmo para se tornar o 12º jogador em campo junto com a seleção nacional. 


No carnaval não existe tanta diferença porém o grito no carnaval é o de "gostosa(o)" e todas as pessoas tem por objetivo principal ou secundário arrumar um sexo de preferência com alguém desconhecido na qual não deverá ligar no dia seguinte para perguntar nada! É apenas a busca por uma diversão sem lei de prazer carnal! será que é dai q vem Carnaval? Como se hoje em dia se precisasse de alguns dias por ano para tomarmos essas atitudes, que bom se fosse essa sacanagem generalizada apenas durante os dias de carnaval. Bom, como eu estava dizendo carnaval e também copa do mundo servem como fuga para os problemas de todo o brasileiro, se os políticos fossem honestos, a polícia leal, os bandidos com menos poder bélico e com respeito a força policial, quem sabe não precisariamos mais ser nem os melhores do mundo no futebol e nem beber até cair no carnaval para sermos felizes e completos...por enquanto se depender da força de vontade dos envolvidos...acho melhor a seleção continuar sendo a melhor do mundo!!! só rindo mesmo dessa piada que está infelizmente se tornando meu país que eu amo tanto!